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Ex-morador de rua Givaldo Alves vende "Pau de Mendigo" sem aval da Anvisa

Batizado de "Pau de Mendigo", estimulante sexual apresenta Givaldo como garoto-propaganda, mas não tem registro na agência reguladora

26 junho 2022 - 10h56Por Rayani Santa Cruz

Após ficar famoso por ter mantido relações sexuais com uma mulher em surto psicótico e ter sido espancado pelo marido dela, o ex-morador em situação de rua Givaldo Alves se envolveu em novas polêmicas. Agora, Givaldo se apresenta como garoto-propaganda de um estimulante sexual chamado “Pau de Mendigo”.

Segundo o Metrópoles, o estimulante tem promessas mirabolantes e informações falsas no site de vendas. Para piorar: o produto não tem aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que abriu investigação sobre a comercialização.

O ex-sem-teto inclusive anunciou candidatura a deputado sem ter partido, foi a camarotes no Carnaval e teve sua ficha criminal exposta nos últimos meses.

Givaldo usou as redes sociais e disse que o produto é “sucesso de vendas” e que garantias. “O Pau de Mendigo é liberado e aprovado pela Agência Nacional Vigilância Sanitária (Anvisa)”, diz o site de publicidade do produto. A primeira postagem-propaganda foi feita em 11 de junho, em vídeo com edições e filmagem profissionais. O anúncio foi reforçado no último dia 17.

No entanto, o “Pau de Mendigo” não consta no rol de medicamentos ou tratamentos aprovados pela Anvisa. Nem a fórmula do estimulante sexual nem a empresa por trás do produto têm registro ou autorização para vendê-lo. 

Além disso, inicialmente o site trazia declarações atribuídas a supostos usuários, nas quais afirmavam que o produto funciona e garante “aumento peniano”, “controle da ejaculação”, “aumento da libido”, “melhora na confiança sexual”, “mais energia e disposição nas noites de prazer”.

Os comentários também eram falsos. Os perfis que emitem as declarações eram os mesmos usados em outros sites de estimulantes sexuais. As mesmas fotos, mas comentários e nomes fictícios. Quase um Ctrl C + Ctrl V. A reportagem registrou as informações, que posteriormente foram retiradas do portal. Confira: