As equipes da Divisão de Atendimento ao Público, Apoio Social e Desenvolvimento Social da Agência Municipal de Habitação de Campo Grande (EMHA) têm encontrado dificuldades no processo de montagem de dossiês para o próximo empreendimento a ser entregue com 50% de cota da Agência sobre o total de unidades habitacionais - o residencial Celina Jallad, localizado no Bairro Caiobá, região urbana do Lagoa (1498 U.H.). Entre os dias 7 e 9 de maio, aconteceu uma força-tarefa a fim de acelerar o processo de habilitação das famílias que se enquadram nos critérios estabelecidos pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, em parceria com o Governo do Estado e Prefeitura Municipal de Campo Grande.
Contudo, diversos obstáculos resultam na perda da oportunidade dos cidadãos que possuem os critérios adotados pelo programa para serem contemplados com o benefício da moradia de interesse social. Diariamente, centenas de ligações são realizadas pelos colaboradores da EMHA, mas os possíveis beneficiários não são encontrados através do número de telefone informado no ato do cadastro. Apenas 10% das ligações efetuadas pela Agência Municipal de Habitação culminam em dossiês para posterior encaminhamento à Caixa Econômica Federal – agente financeiro do empreendimento Celina Jallad.
Entraves
Na semana passada, dos 100 cidadãos que compareceram à Agência após contato por telefone, apenas 14 dossiês foram efetivados – os demais não participaram da seleção diante da falta/falha de documentos. Já no sábado, dos 114 atendimentos, somente 16 dossiês foram concluídos. A estatística reflete as dificuldades da EMHA em encontrar beneficiários aptos para o preenchimento dos requisitos do MCMV. Cabe frisar que os problemas de documentação dos convocados estende o tempo de conclusão de indicação das famílias e no inevitável adiamento da entrega do empreendimento.







