O Tribunal de Justiça de São Paulo desarquivou, nesta segunda-feira (8), uma representação criminal contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele é acusado de atuar fora do processo, junto a desembargadores do tribunal, para conseguir decisões judiciais favoráveis a um escritório de advocacia.
Segundo o TJ, fatos novos surgiram e justificariam a reabertura do caso. Por isso, o presidente do TJ-SP determinou o envio dos autos à Procuradoria-Geral de Justiça, que dará um parecer sobre a continuidade das investigações.
Acusação
A representação criminal foi apresentada em dezembro de 2015 pela empresa Sppatrim Administração e Participações. Segundo ela, Salles, que à época era secretário do então governador, Geraldo Alckmin, atuou fora do processo para conseguir uma liminar em favor de um escritório de advocacia.
Os fatos novos, segundo o site Conjur, foram conseguidos porque a Sppatrim move outro processo contra Salles, e nele a quebra de sigilo do ministro trouxe informações que são relevantes ao primeiro processo.
O ministro Ricardo Salles negou as acusações.








