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Jornalista é detonado ao classificar morte de capoeirista como 'bobagem'

Boechat afirmou que assassinato motivado por discussão política não sinalizava um período eleitoral violento

11 outubro 2018 - 17h08Por RD1

Ricardo Boechat, da Band, entrou numa polêmica. O jornalista tem sido criticado por seu comentário sobre a morte do capoeirista Moa do Katendê, assassinado em Salvador por conta de uma briga política.

O comunicador classificou, durante o jornal da BandNews FM, o caso como uma “bobagem” e afirmou que não sinalizava um período eleitoral violento. A Secretaria de Segurança Pública da Bahia afirmou, em nota, que o capoeirista foi morto a facadas depois de criticar o candidato Jair Bolsonaro (PSL) e defender o Partido dos Trabalhadores, no último domingo (7).

“Não vejo agressividade na campanha. Tem um capoeirista morto, mas somos 200 milhões de pessoas. Quantas pessoas morrem por dia? Temos 65 mil homicídios por ano. Aí cita uma morte como fenômeno de campanha? Aquilo é uma bobagem, minha gente. Temos 65 mil homicídios.Tivemos uma eleição sem incidentes. A vida seguiu e está seguindo, estamos indo para o segundo turno”, declarou o radialista.

Nas redes sociais, no entanto, os internautas questionaram a posição dele. “Isso parece um comentário banal para vocês?”, quis saber um usuário do Twitter. “Um homem foi assassinado a facadas após dizer que votou no PT, mas, para o Boechat, não há agressividade na campanha porque “teve um capoeirista morto numa briga, mas nós somos 208 milhões de pessoas”, criticou outro.