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Mais de 100 jornalistas foram mortos em 2013, diz FIJ

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12 janeiro 2014 - 15h19Por Congresso em Foco

Um levantamento feito pela FIJ (Federação Internacional de Jornalistas) apontou que em 2013 foram assassinados  108  jornalistas  em todo o mundo.  Segundo a Federação, outros 15 profissionais da mídia  morreram em acidente de trabalho. A taxa de homicídios da categoria é ligeiramente inferior à registrada em 2012, quando 121 profissionais foram mortos em função do trabalho, de acordo com a entidade.

Cenário de um dos conflitos mais sangrentos da atualidade, a Síria lidera o ranking mundial de jornalistas mortos – 15 foram assassinados no país. Iraque, com 13 mortes, Paquistão, Filipinas e Índia, com dez cada, Somália, com sete, e Egito, com seis, completam o ranking dos países mais perigosos para jornalistas na atualidade.

No ano passado, cinco profissionais brasileiros foram mortos, segundo levantamentos da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) e da ONG Repórteres sem Fronteiras. Pelo balanço da ONG, o aumento da violência nas Filipinas fez o Brasil deixar a lista dos cinco países mais violentos para jornalistas, que integrava em 2012.

De acordo com a Repórteres sem Fronteiras, 71 pessoas com atuação na imprensa foram assassinadas em 2013. Outros 39 “jornalistas cidadãos” e fontes também foram mortos em razão de informações que divulgaram ou repassaram. Apesar de ter apontado uma queda em relação ao ano anterior, quando foi registrado o recorde de 88 homicídios, a ONG vê com preocupação o crescimento da violência contra homens e mulheres que trabalham em veículos de comunicação. Em 2011, foram 67 mortes e, em 2010, 58.

Segundo o levantamento da ONG, a Síria, a Somália e o Paquistão são os países mais perigosos para jornalistas. Zonas de intenso conflito armado, os três países respondem juntos por 39% das mortes ocorridas ano passado. “Essas violações da liberdade de informação afetam todos os tipos de informantes, em sentido amplo, incluindo jornalistas profissionais, jornalistas cidadãos e internautas”, diz a Repórteres sem Fronteiras em seu relatório sobre liberdade de expressão, divulgado no dia 18 de dezembro.

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