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MP-SP apura violação de sigilo profissional de enfermeira que vazou dados de Klara Castanho

Hospital em que Klara ficou internada, na região metropolitana de São Paulo, informou, por nota, que será aberta uma sindicância interna para investigar a denúncia

27 junho 2022 - 15h36Por Nathalia Pelzl

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) informou que apura a violação de sigilo profissional de enfermeira que ameaçou e vazou dados da atriz Klara Castanho. 

As investigações correrão em sigilo, conforme divulgado nesta segunda-feira (27). 

No sábado (25), a atriz de 21 anos, publicou um relato em suas redes sociais e revelou que foi estuprada, engravidou e decidiu entregar o bebê diretamente para adoção.

Conforme o G1, a Promotoria de Justiça da Infância e de Santo André informou que todo o procedimento de entrega do recém-nascido para adoção seguiu integralmente o trâmite previsto no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

A presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Betânia Maria dos Santos, disse nesta segunda-feira (27) à GloboNews que a enfermeira responsável por ameaçar Klara e vazar os dados pessoais da artista poderá perder o registro profissional.

Tanto o Conselho Federal quanto o Regional de Enfermagem apuram a denúncia da atriz, de que uma enfermeira teria a abordado e ameaçado divulgar para a imprensa informações sobre a entrega para adoção de bebê fruto de um estupro.

No domingo (26), em comunicado, o Cofen manifestou "profunda solidariedade à atriz Klara Castanho, que, após ser vítima de violência sexual, teve o seu direito à privacidade violado, durante processo de entrega voluntária para adoção, conforme assegura o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)".

O hospital em que Klara ficou internada, na região metropolitana de São Paulo, informou, por nota, que será aberta uma sindicância interna para investigar a denúncia feita pela atriz.