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21/11/2014 07:32

OMS alerta que no mundo uma a cada 3 mulheres são vítimas de violência

Pesquisa

Uma em cada três mulheres é vítima de abusos físicos em todo o mundo, indica uma série de estudos divulgados hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  Entre 100 milhões e 140 milhões de mulheres são vítimas de mutilação genital e cerca de 70 milhões se casam antes dos 18 anos, frequentemente contra a sua vontade.

Os dados indicam que 7% das mulheres correm o risco de sofrer violência em algum momento das suas vidas. A violência, exacerbada durante conflitos e crises humanitárias, tem consequências dramáticas para a saúde física e mental das vítimas.

“Nenhuma varinha de condão vai eliminar a violência contras as mulheres. Mas a prática revela que é possível realizar mudanças nas atitudes e nos comportamentos, que podem ser conseguidos em menos de uma geração”, afirmou Charlotte Watts, professora na Escola de Higiene e Medicina Tropical em Londres e coautora dos documentos.

Os investigadores apuraram que mesmo nos casos em que existe legislação forte e avançada de defesa das mulheres, muitas continuam a ser vítimas de discriminação, violência e falta de acesso adequado a serviços jurídicos e de saúde.

Os autores sustentaram que a violência contra as mulheres só vai retroceder se os governos colocarem mais recursos na luta e reconhecerem que ela prejudica o crescimento econômico.

O documento também sustenta que os líderes mundiais deverem mudar legislações e instituições discriminatórias que encorajam a desigualdade e preparam o terreno para mais violência.

Em Mato Grosso do Sul os casos de violências domésticas ainda são destaques, de acordo com estatísticas da polícia Civil, durante todo este ano foram registrados 4.250 boletins de ocorrência pelo estado, destes 1214 somente em Campo Grande. O número é próximo aos casos registrados no ano anterior, em que  os registros de violência doméstica foram de 4470, sendo 1180 na Capital.

Com isso, a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), vem realizando diversas operações para conter a criminalidade contra a mulher. Além disso o estado é o primeiro a ter construído em sua capital, a Casa da Mulher Brasileira (CMB), que foi projetada para reunir, num único espaço, todos os serviços destinados para as mulheres em situação de violência e vulnerabilidade social. 

Conforme a titular da Deam, delegada Rosely Molina, o métodos de funcionamento da CMB pode possibilitar um redução considerável no números de casos, além de um aumento no números de denúncias. " A ideia é que o local funcione 24h e traga mais celeridade ao atendimento a mulher vítima de violência", afirma.

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