Ronaldinho Gaúcho vai deixar a Agrupación Especializada, onde está preso há 32 dias no Paraguai.
A decisão é do juiz Gustavo Amarilla, que aceitou nesta terça-feira (7), o quarto pedido de revisão de medidas da defesa do ex-jogador.
Ronaldinho e o irmão Roberto Assis seguirão sob custódia policial na capital Assunção.
Conforme o site ESPN, os advogados do ex-jogador de Grêmio, PSG, Barcelona, Milan, Flamengo, Atlético-MG e seleção brasileira apresentaram o Hotel Palmaroga, no centro histórico da capital, como o local da prisão domiciliar.
Além disso, Sergio Queiroz e Adolfo Marin mostraram um depósito de fiança no valor de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,37 milhões na cotação atual) através de uma conta de Ronaldinho.
Ele estão presos desde o dia 6 de março, após apresentaram documentos (certidão e passaporte) falsos na chegada ao país.
A defesa já havia tentando em outras três oportunidades a prisão domiciliar e/ou a liberdade de ambos, mas os pedidos foram rejeitados.








