Dois sequestros na França acabaram com 3 terroristas e 4 reféns mortos durante duas ações quase simultâneas das forças de segurança. Os irmãos Kouachi, suspeitos do massacre que matou 12 pessoas na redação do jornal satírico "Charlie Hebdo", e um jihadiasta aliado deles, que mantinha reféns em um mercado de produtos judaicos em Paris, morreram.
O presidente da França, François Hollande, falou sobre as ações que resultaram na morte dos três terroristas. Ele elogiou a ação das forças de segurança e disse que as ameaças não acabaram. Hollande apelou por "vigilância".
O presidente afirmou que a segurança foi reforçada e que é necessário que os cidadãos sejam "cautelosos". Ele também fez um apelo à união.
Hollande afirmou que a França deve rejeitar o racismo e o anti-semitismo. Ele também disse que os "fanáticos" responsáveis pelos ataques "não têm nada a ver" com a religião muçulmana. Hollande agradeceu à solidariedade internacional e convocou todos os franceses a participarem da manifestação em homenagem às vítimas marcadas para domingo (11).






