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Patrimônio da cultura coxinense, dona Didi morre em Campo Grande

Ela morreu em decorrência de insuficiências cardíaca e respiratória, aliadas a uma infecção hospitalar

20 MAI 2019
Da redação/Edição MS
10h46min
Foto: Reprodução/Edição MS

Maria Guilhermina Spengler Mascarenhas, a dona Didi, morreu por volta das 14 horas deste domingo (19), em Campo Grande. Seu corpo está sendo velado no cemitério Parque das Primaveras, na Capital, com enterro marcado para as 16 horas. Aos 94 anos, ela estava bastante debilitada, há dias, e teve de ser internada num hospital de Campo Grande.

De acordo com amigos, Didi morreu em decorrência de insuficiências cardíaca e respiratória, aliadas a uma infecção hospitalar. Nascida em Coxim, numa fazenda na Beira da Figueira, na Ponte do Taquari, dona Didi é considerada patrimônio da cultura coxinense. Apesar da idade avançada, ela nunca se furtou de contribuir para a cultura da cidade. De forma justa, dona Didi integrava a Academia Coxinense de Letras. Ela também era uma mulher muito religiosa e praticava a caridade todos os dias.

É difícil encontrar uma ação beneficente, em prol de causas justas, que não tenha a contribuição de Maria Guilhermina Spengler Mascarenhas. Nas redes sociais, dezenas de pessoas já lamentam a perda. Não era para menos. Ela sempre recebia a todos em sua fazenda com muito carinho. Apesar da boa condição financeira, dona Didi levava uma vida simples, numa casa rodeada por varanda, onde se passava facilmente o dia ouvindo histórias de Coxim.

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