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DOF prende trio que levava 2,6 toneladas de maconha na BR-158

Casal fazia o serviço de batedor da carga, enquanto outro guiava o caminhão carregado

18 DEZ 2016
Thiago de Souza
11h37min
Casal 'batia' a carga e outro homem levava a droga para SP Foto: DOF Divulgação

Carlos Alexandre Quevedo,34 e a esposa dele, Rosa Raquel Romeiro Machado de Oliveira,36, foram presos por dar suporte no transporte de 2,6 toneladas de maconha em um caminhão, na região de Brasilândia, na noite desse sábado (17). Os dois atuavam como 'batedores' da carga de entorpecente, levada por Donizete Mota, para São Paulo (SP)

A apreensão da droga, uma das maiores no Estado, foi feita pelo DOF (Departamento de Operações de Fronteira), no posto fiscal na saída para São Paulo. Durante a abordagem a um veículo Fox, com placas de Belo Horizonte, o motorista e a passageira aparentaram nervosismo. Na checagem dos documentos do carro e do motorista, havia indícios de adulteração. 

Durante a averiguação do casal, os militares avistaram um Caminhão Mercedes Benz, laranja, com placas de Mogi das Cruzes, fazendo uma manobra brusca e entrando em uma estrada vicinal. A partir daí os agentes fizeram um acompanhamento tático do veículo e em seguida a abordagem.  

O motorista, Donizete Mota, prontamente confessou que levava maconha na carroceria e que havia um veículo Volksvagem branco em sua frente fazendo a função de batedor. Também afirmou que pegou a carga em Coronel Sapucaia, sendo que os contratantes colocaram o veículo em seu nome para não levantar suspeitas. Mota se comunicava com o batedor via rádio e telefone celular, e ganharia R$ 10 mil para levara a droga até São Paulo (SP). 

Ao ser questionado sobre a droga, Carlos, o motorista do carro disse que foi contratado em Amambai para servir de batedor e que chamou a esposa como acompanhante para não levantar suspeita e por estar sem habilitação. 

A carga de maconha pesou 2.630 quilos da droga, distribuída em aproximadamente 2.400 tijolos. Os sinais identificadores do veículo FOX continham sinal de adulteração (placas, etiquetas, chassi), sendo realizada checagem eletrônica, que identificou o veículo como chassi como produto de furto em 11 de abril deste ano em Belo Horizonte (MG).

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