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Interior

15/08/2015 09:32

Empresa aérea boliviana oficializa interesse em rota para Corumbá

Rrepresentantes da empresa aérea boliviana Amaszonas, que opera há pouco mais de um ano realizando voos entre Santa Cruz de la Sierra e Campo Grande, estiveram na sede da Infraero, em Corumbá, em reunião com representantes da Prefeitura Municipal e do Governo do Estado. O objetivo do encontro foi apresentar o aeroporto à empresa e discutir algumas questões de legalidade para que se aprove, junto à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a cabotagem no município, que é quando uma empresa estrangeira realiza voos domésticos dentro do Brasil. O intuito é fazer com que o voo passe a fazer escala em Corumbá, cobrindo o vazio deixado pela empresa brasileira Azul, que cancelou a rota entre o município e Campo Grande.

Participaram da reunião, que ocorreu na sexta-feira (15), superintendente Viário da Secretaria de Infraestrutura do Governo do Estado, Fabrício Alves Corrêa, o diretor administrativo da empresa aérea boliviana Amaszonas, Juan Carlos Ossio e seu diretor jurídico, Sergio Leon, o coordenador do Escritório Regional do Governo estadual, Ruiter Cunha, a diretora-presidente da Fundação de Turismo do Pantanal, Hélènemarie Dias Fernandes e o superintendente da Infraero em Corumbá, Carlos Alberto Rocha.

O superintendente viário, Fabrício Alves Corrêa, explicou que por causa do nicho de mercado deixado pela empresa Azul, o Governo do Estado gostaria que a empresa boliviana aproveitasse essa oportunidade. Ele afirmou ao Diário Corumbaense que o processo não é simples porque envolve questões técnicas e é necessário que tudo esteja perfeito para não haver rejeição por parte do Ministério da Aviação Civil.

Ele disse que o processo de cabotagem, que é quando uma empresa aérea internacional passa a operar como rota nacional, é proibido no Brasil, mas há acordos bilaterais que possibilitam essa atividade e citou um caso que ocorreu em Corumbá entre 1997 e 1998, quando houve o fechamento do Aeroporto de Puerto Suárez e as empresas Lloyd Aéreo e Aerosur, ambas bolivianas, operaram em Corumbá com voo doméstico. “É isso que a gente vai trabalhar e tentar viabilizar”, disse Corrêa. Ele acredita que o voo terá uma média de 70% a 80% de ocupação porque muita gente vai aproveitar para ir a Santa Cruz, como também para Campo Grande.

Segundo o superintendente da Infraero em Corumbá, Carlos Alberto Rocha, o aeroporto na cidade hoje está preparado para receber voos internacionais. “Nós precisaremos fazer uma grande coordenação junto aos órgãos de controle de fronteira que é a Polícia Federal, Receita Federal, Anvisa e talvez o próprio MAPA para coordenar o atendimento a esse voo, que é uma outra etapa”, comentou Rocha frisando que esse processo só ocorrerá depois da liberação da cabotagem em Corumbá.

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