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Interior

Após 4 enchentes consecutivas, Prefeitura de Batayporã decreta estado de emergência

Interior

03 dezembro 2013 - 20h22Por Redação
Após 4 enchentes consecutivas, Prefeitura de Batayporã decreta estado de emergência

O município de Batayporã decretou estado de emergência na última segunda-feira (2) devido às fortes chuvas que caíram na região e provocaram, por quatro vezes consecutivas, enchentes na Lagoa do Sapo, localizada na área urbana do município. De acordo com secretário de Obras, Ney Olegário, o acúmulo de água nas ruas próximas à lagoa afetou várias residências, provocando rachaduras e destruindo móveis e eletrodomésticos de alguns moradores. O secretário afirmou também que, boa parte das ruas da região afetada pela enchente foi danificada.



O decreto foi baseado em um parecer da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, que avaliou os prejuízos após as chuvas. “Foi uma sequencia de quatro chuvas, todas com volume bem acima da média esperada para essa época do ano. Este grande volume de água, provocou vários prejuízos, não só para o Poder Público, mas também para os moradores que residem próximo ao local. Baseando-se nestes sinistros, decretamos estado de emergência”, explicou o secretário e Coordenador Municipal da Defesa Civil.



Há décadas, o município de Batayporã e, principalmente, os moradores que residem próximo à Lagoa do Sapo, sofrem prejuízos causados pelas frequentes inundações. De acordo como prefeito Beto Sãovesso (PSDB), um projeto de drenagem segue para a aprovação junto ao Ministério das Cidades, em Brasília (DF). Recentemente, o chefe do Poder Executivo esteve na Capital Federal, onde, ao lado do Senador Delcídio do Amaral (PT), visitou ministério, no sentido de acelerar o processo de aprovação do projeto. “É muito moroso todo esse processo, mas não podemos desanimar. Vamos continuar insistindo até termos uma posição”, explicou o gestor.

 

Ainda de acordo com Sãovesso, nos próximos anos, com ou sem recursos federais, medidas serão tomadas no sentido de amenizar a situação que há anos assola os moradores. “Sabemos que os custos de uma obra desse porte são muito altos se comparados à arrecadação de nosso município. Vamos falar como nossa comunidade, para que juntos possamos manter a política de economia que estamos fazendo e assim tomarmos as medidas necessárias”, explicou.


Fonte: Assessoria de Imprensa