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Interior

10/12/2014 07:57

Marmitas compradas por R$ 250 mil acabam em lixo de hospital de Dourados

Sem qualidade

Revoltados com a qualidade da alimentação fornecida para funcionários e pacientes, servidores do Hospital da Vida, o maior de Dourados, estão jogando as marmitas no lixo. O problema, segundo eles, é que a comida não tem a mínima condição de ser servida.


As denúncias chegaram ao Top Mídia News, através do espaço Repórter Top, após uma série de denúncias envolvendo o atendimento da empresa Primus, que assumiu o fornecimento de alimentação no hospital no dia 1º deste mês.


Em matérias anteriores, o Top Mídia News já mostrou que o alimento é transportado de forma irregular, e que o contrato com a empresa é, no mínimo, duvidoso. Para se ter uma ideia, a empresa tem um capital de formação de R$ 30 mil, mas ganhou contrato de R$ 250 mil por 90 dias de serviço. Esse é o valor oficial, porém, a reportagem apurou que o montante pode chegar a mais de R$ 700 mil.


Segundo os funcionários do Hospital da Vida, a qualidade da alimentação servida no local despencou com a chegada da nova empresa. “Nem sabíamos que tinha trocado de empresa fornecedora, mas está muito ruim, sem condições de comer”, relatou uma enfermeira, que preferiu o anonimato.


O resultado é que as latas de lixo do hospital estão como mostrado na foto: lotadas de marmitas de comida. Já os pacientes, que não tem outra opção, acabam tendo que comer a alimentação servida.


No papel
São várias dúvidas levantadas no contrato entre a Primus e a Funsau (Fundação de Saúde), responsável pela compra dos alimentos. Um deles é a relação entre o "tamanho" da fornecedora, e o serviço realizado. Conforme apurado pela reportagem, a empresa tem um capital de R$ 30 mil, e fechou contrato que gira em torno de R$ 250 mil com a fundação.


A nova fornecedora, identificada com o nome de Primus, começou a abastecer o hospital desde o dia 1º deste mês. Porém, o veículo que está fazendo as entregas, uma VW Saveiro, não é todo fechado, tem apenas uma cobertura temporária (lona preta), não possui uma proteção no seu interior; tudo fora das normas sanitárias. A situação já foi denunciada em matéria do Top Mídia News, da semana passada.

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