Expostos por supostamente ‘invadir’ Anastácio neste domingo (24), grupo de motoqueiros garante que cumpriu todas as obrigações legais para entrar na cidade neste período de pandemia. E mais: apresentam versão bem diferente da secretária de Saúde do município, Aline Cauneto.
“Nós chegamos lá, paramos na barreira, não desrespeitamos ordem nenhuma, inclusive tiraram nossa temperatura e preenchemos um termo de responsabilidade, um formulário”, garantiu o advogado Antônio Ferreira, 45 anos, que estava no grupo.
Segundo ele, a situação transcorria tranquila e de forma educada. “Todos nos atenderam super bem, suíços, aí perguntamos pro rapaz se já podíamos ir. Ele disse que quem liberaria era a secretária (de Saúde), ela foi conversar com dois PMs que estavam lá, tentando convencer os dois a não nos deixar entrar”, afirma.
Ainda segundo Ferreira, a secretária estaria alterada. Porém, eles foram liberados. “Ela veio nos falar que era uma irresponsabilidade, falamos que não precisávamos de lição de moral e se podíamos entrar (na cidade), o que ocorreu. Agradecemos todos, funcionamos as motos e fomos”, explicou.
“Se tivéssemos feito qualquer coisa errada ali, como tentar atropelar alguém, tinha polícia ali e eles nos prenderia na mesma hora e com razão”, dispara Ferreira.
O advogado ainda afirmou que vai entrar com ação contra Aline. “Ela nos imputou crime”.
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