Após passar muitos transtornos, uma moradora de 21 anos vai acionar a Justiça para processar um posto de combustível que aceita clientes em carros com som alto, na avenida Olinto Mancini, no centro de Três Lagoas.
Neste primeiro momento, a jovem foi até a 2ª Delegacia de Polícia e registrou um boletim de ocorrência, de perturbação de sossego. Ela disse que já fez reclamações diversas com a gerência do posto, mas não obteve resultado, sendo que a algazarra no pátio do local continua.
Ainda segundo a denunciante, um acordo entre ela e a gerencia do posto foi feito, em audiência de conciliação do Juizado Especial Cível, mas não estaria sendo cumprido.
Conforme o JP News, ficou estabelecido entre as partes, diz a mulher, que toda vez que um cliente da conveniência, que fica no posto, aumentar o volume do som automotivo, era para ela ligar e avisar a empresa.
Mas, segundo o registro policial, não foi o que aconteceu. No último final de semana, carros permaneceram no local até os términos das madrugadas e, novamente com som alto, causando transtornos à vizinhança. A jovem disse aos policiais que ainda reclamou e que a gerente do posto não atendeu à solicitação, descumprindo assim a transação realizada anteriormente.
Multas
Um tipo de autuação que vem ganhando destaque em Três Lagoas é a multa por som alto dentro de automóveis. Em um balanço da Polícia Militar, entre os meses de janeiro e setembro deste ano, 22 proprietários de veículos foram autuados, após denúncias e flagrantes de poluição sonora. A infração é considerada grave, com cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e penalidade de R$ 195,23, além da retenção do carro.
Durante as abordagens, dois veículos foram apreendidos pelos policiais. Nesses casos, como determina o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a equipe vai até o local com um equipamento que realiza a medição do volume em decibéis, chamado decibilímetro.








