Eleito democraticamente, o reitor da UFMS, Marcelo Turine, pode acabar de vez com a já parca democracia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. De dentro da instituição, servidores denunciam que o todo poderoso pode desconsiderar o resultado dos votos para as eleições de campus e unidades setoriais, que ocorrem nesta quinta-feira (4) em todas as unidades do Estado.
Via de regra, o reitor da instituição respeita as eleições e nomeia o mais votado em cada unidade, para assumir o comando da instituição nas 17 unidades setoriais no interior, onde a UFMS está.
Porém, neste ano, a situação pode mudar, e o reitor indica que pode mesmo é nomear quem não for o líder de votos. Logo, qualquer candidato. O tema já é alvo de denúncias até de sindicato da UFMS, veja clicando aqui.








