Servidores da Educação com cargo de confiança, tanto da secretaria estadual quanto municipal, estão realizando uma verdadeira 'patrulha' nas redes sociais. A cada denúncia de problemas dentro das escolas, os servidores – a maioria durante o horário de trabalho - correm e disparam contra os mensageiros, alegando que são 'reportagens mentirosas e com informações falsas'.
Acontece que muitas dessas informações (para não dizer a maioria) chegam aos jornais, acreditem, dos próprios colegas que não aceitam certos desmandos, nem atuação antiética de alguns colegas.
A crítica construtiva sempre é salutar, porém, parece que muitos dos servidores não fazem a lição de casa. Por exemplo, a história contada pela mãe do aluno autista que foi suspenso sem sequer citarem em ata sobre seu autismo – que é sim uma informação importante para conter em ata.
Uma coordenadora da Educação Especial da SED, funcionária comissionada, detonou a reportagem e depois apagou o comentário. Só esqueceu de comentar que no próprio prédio da Educação Especial, o elevador ficou um bom tempo estragado, fazendo com que muita gente passasse apuros e até subisse escada carregando filho no colo, porque não tinha por onde subir a cadeira de rodas.
Ou que coordenador foi intimidar mãe por meio de mensagem de texto?
Como diriam Bruno e Marrone: “Isso cê num conta”, né?







