A crise financeira que passa Governo do Estado e Prefeitura de Campo Grande já tem o bode expiatório perfeito: os servidores públicos. Pra pagar a conta que não fecha, o Estado vai aumentar de 11% para 14% a contribuição previdenciária dos servidores estaduais; enquanto no município vai chegar a 15%. O trabalhador vai pagar a conta, simples assim! Coloca na conta do secretário de Estado de Administração, Carlos Alberto Assis, e do diretor-presidente do IMPCG, Lauro Davi.








