Polícia

14/07/2019 12:30

PM e advogada viram réus por tentar obstruir investigação sobre assassinato de Marielle

Denúncia foi apresentada à Justiça pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime (Gaeco), do MP-RJ

14/07/2019 às 12:30 | Atualizado 14/07/2019 às 11:57 Da redação/Meia Hora
Reprodução/Mídia Ninja

Um policial militar e uma advogada viraram réus no processo que investiga quem matou a vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), o PM Rodrigo Jorge Ferreira, conhecido como "Ferreirinha", e a advogada Camila Lima Nogueira são acusados de tentar obstruir as investigações.

A denúncia foi apresentada à Justiça pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime (Gaeco), do MP-RJ pelo (Gaeco). Preso desde o fim de maio, Ferreirinha foi capturado durante uma operação da Polícia Civil e do MP para desarticular uma milícia que era comandada por Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica.

De acordo com o portal G1, o PM passou a ser vistou como suspeito após um relatório da Polícia Federal o apontar como responsável por atrapalhar o avanço das investigações sobre o caso Marielle. Ferreirinha era segurança e motorista de Orlando Curicica, mas teria se voltado contra o patrão e teria usado o depoimento para incriminá-lo e poder tomar os pontos dominados pelo miliciano na Zona Oeste do Rio.