Polícia

23/06/2022 16:40

Desacerto e ameaças culminaram em morte de vendedor no São Conrado

Júlio Cesar da Silva foi assassinado com um tiro enquanto realizava uma cobrança de uma dívida

23/06/2022 às 16:40 | Atualizado 23/06/2022 às 15:26 Vinicius Costa
Júlio morreu em março deste ano - Reprodução/Redes Sociais

O assassinato de Júlio Cesar da Silva, de 51 anos, morto com um tiro em março deste ano na rua Candomblé, no bairro São Conrado, em Campo Grande, teve como principal motivo um desacerto, além de cobranças e ameaças conforme investigação da Polícia Civil.

O inquérito foi concluído e a polícia divulgou nesta quinta-feira (23) o processo da investigação, que ficou comprovado que a motivação foi um desacerto entre os filhos de uma senhora e ambulantes que deixaram mercadorias para a venda e depois retornaram para recolher o dinheiro.

Ainda de acordo com as informações, a senhora em questão não teria conseguido vender a mercadoria no prazo estipulado e, a partir de então, passou a sofrer cobranças severas e ameaças.

Após três meses intensos de investigação, e, tendo a prisão temporária dos indiciados sido decretada, policiais da 6ª Delegacia de Polícia Civil, com o apoio do GOI (Grupo de Operações e Investigações), conseguiram prender o atirador de 31 anos.

Seu irmão e também comparsa, de 25 anos, se apresentou de forma espontânea, sendo preso pela polícia. Ambos confessaram o crime.

O revólver e a faca utilizados no fato criminoso foram apreendidos. Os indiciados irão responder por homicídio qualificado, lesão corporal e porte ilegal de arma de fogo.

Com a finalização do inquérito, o documento será enviado para à Justiça.