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há 11 meses

Marquinhos celebra suspensão de radares sem contrato e diz: 'são R$ 33 milhões'

Prefeitura pagou R$ 7 milhões para empresa sem pacto com município

09/09/2025 às 18:19 | Atualizado 09/09/2025 às 18:25 Thiago de Souza
Radares são de empresas sem contrato - André de Abreu - arquivo

O vereador Marquinhos Trad (PDT) repercutiu decisão judicial que suspendeu a cobrança de multas vindas de radares, em Campo Grande. O serviço de fiscalização eletrônica só pode funcionar com contrato, algo que atualmente não tem na cidade. 

Trad foi o autor da ação atendida pelo juiz Flávio Renato Almeida Reyes, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande. 

''Nossa ação judicial suspendeu a aplicação de multas de radar em Campo Grande, por ausência de contrato válido e vigente'', comentou Marquinhos no Instagram. 

Após celebrar o feito, o parlamentar destacou situações graves. Uma delas é o fato dos condutores serem multados por equipamentos cujas empresas não tenham contrato vigente com o Município. Ele citou que a gestão Adriane Lopes (Progressistas) arrecadou R$ 33 milhões dos contribuintes. 

Ele lembrou que a prefeitura deveria ter concluído a licitação para a ativação dos novos radares, mas não o fez. Outro ponto crítico citado pelo pedetista é o fato de Adriane ter pago uma empresa que não tinha competência para atuar em Campo Grande. 

''Já pagou a ela mais de sete milhões de reais. A prefeitura não pode mais ativar nenhum radar, têm de suspender cobranças de multas e suspender pontos retirados das CNHs e reparar eventual perda de CNH desde de 5 de setembro de 2024'', detalhou.