Campo Grande

03/01/2026 17:18

Entidades contestam aumento e pedem suspensão da cobrança do IPTU e taxa de lixo (vídeo)

Cinco ilegalidades foram constatadas no processo de cobrança do tributo em Campo Grande

03/01/2026 às 17:18 | Atualizado 03/01/2026 às 17:28 Elizeu Ribeiro
Reprodução/PMCG

A ADVI (Associação dos Advogados Independentes), em conjunto com a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), a FCDL/MS (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas), o SENGE/MS (Sindicato dos Engenheiros) e o CRECI/MS (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), ingressou com um requerimento à Câmara Municipal de Campo Grande solicitando a realização imediata de audiência pública, a suspensão da exigibilidade do IPTU 2026 e da cobrança da taxa de lixo. O presidente da Câmara, Epaminondas Vicente, o Papy (PSDB), foi informado sobre a medida na última terça-feira (30/12).

Segundo os representantes das entidades, após estudo técnico da situação, foram identificadas cinco ilegalidades no processo de cobrança do tributo. A primeira delas é a injustiça tributária, que teria aumentado o IPTU em bairros periféricos e de menor renda, enquanto áreas de alto padrão, como o entorno do Shopping Campo Grande e condomínios de luxo, teriam tido a cobrança reduzida.

Outra irregularidade apontada é o prazo restrito para contestação, que termina no início de janeiro, considerado incongruente e injustificável pelas entidades. Segundo os advogados, outras ilegalidades incluem:

As entidades informaram que uma ação civil pública será protocolada ainda no início desta semana para corrigir as irregularidades. Os representantes destacaram a importância de transparência, previsibilidade e segurança na cobrança de tributos, convidando outras entidades de classe e associações de bairro a se unirem ao movimento.

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