há 4 meses
'Inimiga n.º 1 da cidade', diz morador do Noroeste sobre Adriane Lopes (vídeo)
Lixo e lama tomam conta do bairro, mesmo com promessas de pavimentação
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a realidade de diversas ruas do bairro Jardim Noroeste, em Campo Grande. Gravadas por um morador que não quis se identificar, as imagens são reflexo da má gestão da prefeita Adriane Lopes (PP), que deixa a cidade cade vez mais a míngua.
Nas imagens, é possível ver muita vegetação, cascalho e diversas pedras, que podem causar até mesmo acidentes, como pontua o morador. “Imagina você ser um cadeirante, ou uma pessoa com deficiência visual, como vai andar aqui?”, questiona. Lixo, entulho e até mesmo um pneu é visto jogado no local, o que pode atrair insetos e doenças, como a dengue.
“Em um bairro onde se paga IPTU altíssimo, taxa do lixo dobrou o valor, essa prefeita e a família dela inteira esta tirando onde com a cara de todo mundo de Campo Grande. Parabéns”, desabafa.
A situação no Jardim Noroeste não é novidade. O TopMídiaNews mostrou que em dias de chuva, o bairro piora e deixa moradores ilhados, já que não há drenagem das águas pluviais em diversas vias. A locomoção de veículos, motocicletas, carros de aplicativos e até o transporte coletivo ficam comprometidos.
No Loteamento Agadinha, no Jardim Noroeste, uma chuva no início do mês, deixou os moradores presos no meio da água; já na Rua Urupês, foi realizado o trabalho de pavimentação, porém sem a implementação de sistema de drenagem. Com as chuvas de fevereiro de 2026, há asfaltos recém-feitos que estão cedendo e pontos que já estavam comprometidos ainda mais deteriorados.
“Nossa cidade abandonada, com uma prefeita incompetente, corrupta, que só pensa em aumentar as taxas, a inimiga número um de Campo Grande. Isso aqui é uma rua, intransitável”, finaliza o morador.
Cabe destacar que o Jardim Noroeste é um dos bairros contemplados com um pacote de obras de pavimentação, anunciados pela prefeitura em janeiro deste ano. Os investimentos somam R$ 544 milhões que serão aplicados nas sete regiões da cidade. Entretanto, o tempo para as obras é dito apenas como “nos próximos anos”.
A reportagem entrou em contato com a prefeitura, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para futuras manifestações.