Campo Grande

05/03/2026 15:00

Interesse político cria 'treta' entre coordenadora do CRAS Vida Nova e secretária 02 da SAS (vídeo)

Adriana Nascimento Lopez afirma que há interesse na região por causa da proximidade com a comunidade

05/03/2026 às 15:00 | Atualizado 05/03/2026 às 17:10 Brenda Souza
Coordenadora do CRAS Vida Nova, Adriana Nascimento Lopez e a secretária-adjunta da SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social) de Campo Grande, Inês Auxiliadora - Reprodução/Nova Lima News

Um áudio gravado em outubro de 2025 mostra um desentendimento entre Adriana Nascimento Lopez que atua como coordenadora do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) Vida Nova e a secretária-adjunta da SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social) de Campo Grande, Inês Auxiliadora Mongenot Santana.

Na gravação, a coordenadora critica a atuação da gestora e afirma que estaria sofrendo pressão para deixar o comando da unidade. “Inês é nossa inimiga. Ela quer o CRAS, quer a gente fora daqui. Por ela, a gente já estaria fora, porque acha que a gente faz tudo, menos serviço social”, diz Adriana.

Segundo denúncia divulgada pelo portal Nova Lima News, na conversa, a coordenadora afirma que havia uma articulação para que ela deixasse a função e diz que pretendia “segurar o máximo que puder” a coordenação da unidade.

Ainda na gravação, Adriana relata uma reunião que teria tido com a secretária-adjunta. Ainda segundo o site, durante o encontro, Adriana teria questionado Inês sobre suposto “assistencialismo político”. A prática teria sido negada pela gestora, mas a coordenadora reafirma na conversa que acredita que isso ocorre.

Em outro trecho, a chefe do CRAS afirma que a unidade seria alvo de interesse político por causa da proximidade com a comunidade. “Todos querem esse CRAS porque eles querem a população em volta, não é o CRAS”, afirma.

Ela também comenta sobre a visibilidade da unidade, destacando que eventos e reuniões costumam reunir grande participação da população.

A reportagem, assim como o portal Nova Lima News, tentou entrar em contato com a SAS para falar sobre o tema. Mas até a publicação desta matéria não teve retorno. O espaço segue aberto para manifestações futuras.

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