Polícia

17/05/2026 16:11

Dupla invade banheiro feminino e estupra jovem em bar de Amambai

Um dos suspeitos teria dito que ela é 'sortuda' por manter relações sexuais com eles

17/05/2026 às 16:11 | Atualizado 17/05/2026 às 13:38 Brenda Souza
Maps

Uma mulher de 25 anos denunciou ter sido vítima de estupro durante a madrugada deste domingo (17), em um bar da cidade de Amambai, a 351 quilômetros de Campo Grande.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada inicialmente para atender uma denúncia de perturbação no Hotel Amambai. No local, o recepcionista informou que uma mulher em visível estado de embriaguez havia pedido para usar o banheiro e, após sair, passou a agir de forma alterada e eufórica.

Os policiais localizaram a mulher a cerca de 100 metros do hotel. Ela relatou à equipe que havia saído com uma amiga para o bar durante a noite de sábado (16). Em determinado momento ela entrou no banheiro feminino do estabelecimento e, logo depois, dois homens também entraram no local.

Ainda segundo a vítima, um dos suspeitos afirmou que ela seria “mais uma das privilegiadas em poder ter relações com eles”. A mulher afirmou à polícia que não consentiu o ato e tentou empurrar os homens, mas não conseguiu impedir o estupro.

Após o crime, ela teria saído desorientada do banheiro e não encontrou mais a amiga. Em seguida, caminhou pelas ruas até chegar ao hotel, onde pediu ajuda.

Enquanto conversavam com a vítima, os policiais foram acionados por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Durante o atendimento, a jovem desmaiou e precisou ser encaminhada ao Hospital Regional de Amambai.

Segundo o boletim, ela apresentava vermelhidões nos pulsos e, após atendimento médico e medicação, foi liberada e levada para a Delegacia de Polícia Civil.

Ainda conforme o registro policial, a vítima estava sob forte efeito de álcool e faz uso de medicamentos controlados. Ela não conseguiu fornecer detalhes precisos sobre os suspeitos, apenas relatou que um deles era alto e loiro, enquanto o outro era baixo, moreno e usava boné azul.

O caso foi registrado como estupro e estupro de vulnerável. Até o momento, os suspeitos não foram identificados. A Polícia Civil investiga o caso.