Campo Grande

26/05/2026 11:16

Ônibus atola em rua do Cristo Redentor e moradores denunciam abandono do bairro (vídeo)

Um morador afirmou que não há obras de drenagem ou pavimentação há pelo menos cinco anos

26/05/2026 às 11:16 | Atualizado 23/07/2026 às 13:38 Sarai Brauna e Méri Oliveira
Gabriel do Carmo

Um ônibus do transporte coletivo atolou na manhã desta terça-feira (26), no cruzamento das ruas Teresa Garcia Paim e Lourenço Alves da Costa, no bairro Cristo Redentor, em Campo Grande. O veículo fazia o trajeto normalmente quando o motorista tentou desviar de um buraco e acabou preso em um atoleiro.

Segundo moradores da região, os passageiros precisaram descer do ônibus e aguardar outro veículo para continuar a viagem. Outro coletivo chegou a ir até o local para tentar retirar o ônibus atolado, mas não conseguiu. Um guincho foi acionado para remover o veículo.

Problemas estruturais

Moradores afirmam que o bairro enfrenta problemas estruturais há anos e reclamam da falta de obras e manutenção nas vias. De acordo com relatos feitos, as ruas da região estão tomadas por lama, poças d’água e buracos, dificultando o tráfego de veículos, principalmente ônibus e caminhões.

Um morador afirmou que o bairro está abandonado há pelo menos cinco anos. Segundo ele, não há obras de drenagem ou pavimentação no local, mesmo após sucessivas reclamações da população.

As ruas Teresa Garcia Paim e Lourenço Alves da Costa foram apontadas pelos moradores como algumas das mais críticas do bairro. Apesar de já fazer dias desde a última chuva, ainda há grande quantidade de água acumulada e trechos completamente enlameados.

Um dos moradores contou que a região era originalmente um brejo e que nunca foram feitas obras adequadas de drenagem para evitar alagamentos e atoleiros.

Outra reclamação feita pelos moradores é sobre o descarte irregular de água de piscinas diretamente nas ruas, o que agravaria ainda mais a situação da lama e dos pontos de erosão.

Além dos problemas de infraestrutura, moradores também criticaram a atuação da associação de bairro. Segundo relatos, o presidente do bairro não seria presente nem atuante nas reivindicações da comunidade. 

A equipe do TopMídiaNews entrou em contato com a prefeitura de Campo Grande para prestar um posicionamento sobre a situação do bairro.