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De MS, Simone analisa candidaturas e exige 'projeto forte' para São Paulo
Sul-mato-grossense avalia chance de Márcio França ser candidato a governador ou vice
A ex-ministra do Planejamento e pré-candidata ao Senado, Simone Tebet (PSB-SP), comentou os rumores sobre a candidatura de Márcio França (PSB-SP) ao governo de São Paulo.
“Ele [França] está pronto para jogar em qualquer posição. Se precisar ser candidato a governador em São Paulo, ele será candidato, e será o nosso”, disse Tebet em entrevista exclusiva ao Metrópoles. “Se isso atrapalhar a candidatura de Fernando Haddad [pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT], visando a nacional, ele cumprirá outro papel, como pré-candidato ao Senado, pré-candidato a vice de Haddad”, acrescentou.
A possibilidade começou a ser ouvida nos bastidores da política paulista após Paulo Serra (PSDB), ex-prefeito de Santo André, publicar um vídeo desistindo da corrida ao governo, no sábado (20/6). O deputado federal Kim Kataguiri (Missão) também anunciou sua saída da disputa, no dia seguinte.
Questionada se França tiraria mais votos do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ou de Fernando Haddad (PT), Tebet disse que é uma resposta que só poderá ser avaliada com pesquisas.
“Esse é um dado que uma pesquisa rápida tem que avaliar para ver se é interessante a candidatura dele [França] e de quem ele [França] tira mais votos no primeiro turno”, afirmou.
Uma eventual candidatura de França, segundo Tebet, deve passar por conversas com o próprio Haddad e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Essas conversas estão acontecendo”, disse a pré-candidata ao Senado pelo PSB.
França como vice de Haddad
Outra possibilidade ventilada nos bastidores é que França seja vice de Haddad. Tebet também respondeu sobre isso na entrevista ao Metrópoles.
“O PSB quer uma vaga de vice, quer ser vice. Mas não vai atrapalhar se o melhor nome for um nome de um partido aliado. O PSB tem pelo menos uma vaga, uma pré-candidatura de uma vaga ao Senado”, disse a ex-ministra.
Segundo Tebet, o importante é, acima das vontades individuais, pensar em um projeto de país e um projeto de São Paulo para os próximos oito anos.