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há 1 hora

"Ou a gente ganha, ou o Brasil acaba", diz Flávio Bolsonaro ao defender pré-candidatura (vídeo)

A afirmação foi feita durante uma live para ler uma carta do pai direcionada aos apoiadores

11/07/2026 às 12:51 | Atualizado 11/07/2026 às 12:40 Brenda Souza
Reprodução/Canal Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou neste sábado (11) que o Brasil corre risco caso o grupo político liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneça no poder. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo em que leu uma carta atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em apoio à sua pré-candidatura para as eleições de 2026.

Ao comentar a disputa presidencial, Flávio elevou o tom das críticas ao governo federal e afirmou que a eleição será decisiva para o futuro do país.

"Chegou a hora de encarar de frente o partido das tarifas, que é o Lula, que é o PT. Não tem jeito, gente. Ou a gente ganha, ou o Brasil acaba. É simples assim", declarou.

Na live, o senador também voltou a responsabilizar o governo Lula pelas tarifas impostas a produtos brasileiros por outros países. Segundo ele, permaneceu mais um dia nos Estados Unidos para participar de reuniões na tentativa de evitar novas taxas sobre exportações brasileiras.

Flávio afirmou que buscou dialogar com autoridades norte-americanas para impedir o aumento das tarifas e disse que pretende fazer o mesmo em relação à China. Ele também criticou a perda de benefícios comerciais junto à União Europeia, atribuindo o cenário ao governo federal.

"Essa é uma culpa do Lula. Eu fui lá tentar usar a força política para evitar que esse tarifaço acontecesse. Não sei se vou ter êxito, mas fico com a consciência tranquila sabendo que fiz a minha parte", afirmou.

As declarações ocorreram durante a mesma transmissão em que Flávio divulgou uma "Carta aos Brasileiros", atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro. No documento, Bolsonaro pede união entre apoiadores e afirma que o filho é seu pré-candidato à Presidência da República, chamando-o de "porta-voz" para conduzir o país "à paz e à prosperidade".

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