Polícia

há 4 horas

Baleado no Nova Campo Grande teria estuprado adolescente horas antes

O suspeito tentou fugir correndo e avançou contra um policial militar, sendo atingido na coxa

13/07/2026 às 15:11 | Atualizado 13/07/2026 às 15:02 Brenda Souza
Repórter Top

O homem de 24 anos que foi baleado por um policial militar durante a tarde deste domingo (12), em um imóvel localizado na Avenida 2, no Bairro Nova Campo Grande, em Campo Grande, teria estuprado uma adolescente de 17 anos horas antes.

Conforme o registro policial, as equipes foram acionadas junto com o Corpo de Bombeiros para ir até a Rua 14 de Julho, onde a vítima estava sentada na janela do quarto, com as pernas para fora e ameaçando tirar a própria vida.

As equipes dos bombeiros conseguiram tirar a menor do local. Momentos depois, ela foi levada pela tia ao banheiro, momento em que notou que ela tinha hematomas nos braços e pescoço. Ao olhar a roupa íntima, foi identificado que haviam manchas de sangue. Diante da situação, a adolescente precisou ser encaminhada para a Santa Casa.

O pai da vítima então entrou em contato com o dono de uma tabacaria, onde ela havia ficado até as 3h da madrugada, sendo informado de que a menina havia saído do estabelecimento na companhia de um casal e do suspeito. Diante da situação, os militares foram até a residência do casal, onde foi descoberto que os dois teriam ido para um cômodo manter relações sexuais, deixando a menor e o homem juntos em outro canto do imóvel.

O morador soube apenas dizer que a menina teria mantido relações sexuais com o amigo. Ele então contou que o colega em questão morava no Bairro Nova Campo Grande. Porém, durante as diligências, um grupo de pessoas tentou impedir a ação policial enquanto o suspeito fugia pulando muros.

Porém, ele foi perseguido e entrou em luta corporal com um dos policiais, tentando tomar a arma das mãos do militar. Para revidar a injusta agressão, o militar efetuou um disparo de contenção, atingindo a coxa do suspeito. Ele foi então socorrido e levado para uma unidade hospitalar.

O caso foi registrado como tentativa de suicídio, estupro e lesão corporal decorrente de intervenção legal.