Campo Grande

há 2 horas

Galo e mau cheiro de fezes tiram o sossego de moradores há 40 dias na Cohafama

Criação irregular de galinhas incomoda os moradores durante toda a madrugada

07/08/2026 às 07:00 | Atualizado 06/08/2026 às 10:05 Rebeca Ferro
Repórter Top

Há mais de 40 dias, moradores da Rua Santa Adélia, convivem com cantoria de galo durante a madrugada e o mau cheiro provocado pelo acúmulo de fezes de galinhas criadas irregularmente em uma residência, no bairro Cohafama, em Campo Grande. 

Segundo o professor, Gustavo Amorim, de 45 anos, os transtornos começaram depois que um vizinho decidiu criar galinhas no quintal do imóvel. Desde então, os barulhos durante a noite e a falta de limpeza do espaço passaram a afetar o descanso e a rotina da vizinhança.

"Esse vizinho decidiu criar galinhas, o que é proibido por lei municipal aqui na cidade." Aí o problema foi aumentando e agora ninguém consegue ter uma noite de sono tranquila por causa do galo." 

 De acordo com o professor, o proprietário da residência não perambula no local durante a noite, e são só os vizinhos que precisam lidar com os cacarejos durante toda a madrugada.

"Além do barulho, a gente precisa lidar também com o cheiro das fezes desses bichos, porque o dono não limpa, e somos nós que precisamos aguentar isso." 

Segundo o morador, os vizinhos se reuniram para cobrar o homem responsável pelos animais, mas ele alegou que os bichos serviam para controle de insetos peçonhentos e que apenas o deixaria no local enquanto não conseguisse pavimentar a parte dos fundos do quintal. 

"Ele falou que os animais iam para citrolar escorpião, aranhas e outros insetos até que ele pavimentasse o fundo do quintal, mas já passaram 40 dias e nada." E, para piorar, ela ainda ateia fogo no mato no fundo do quintal. Uma vizinha idosa ainda passou mal com a fumaça". 

O professor afirmou que foram abertas mais de 30 chamadas na Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública), mas que a única resposta que ele e os vizinhos receberam foi que as equipes iriam entrar em contato com o morador, mas sem resultados. 

A redação entrou em contato com a Prefeitura para falar sobre a situação, mas até o momento não teve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.