Campo Grande

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Cabeleireira perde 70% da visão por complicações da diabetes e precisa de ajuda em Campo Grande

Após 26 anos de trabalho, cabeleireira não sabe como irá manter as contas depois que realizar as cirurgias necessárias

09/08/2026 às 15:15 | Atualizado 07/08/2026 às 13:47 Rebeca Ferro
Arquivo Pessoal

Com uma vida dedicada ao trabalho, a campo-grandense Walkyria Cesar de Andrade Chaves, de 57 anos, de repente precisou repensar toda a sua vida e rotina ao ser pega de surpresa por complicações de saúde causadas pela diabetes. 

Há um ano a cabeleireira foi diagnosticada com doenças nos olhos causadas por complicações da diabetes. Retinopatia diabética, catarata diabética e glaucoma foram os diagnósticos recebidos pela perda progressiva da visão.

"Agora eu vivo com 30% da visão e, quando eu descobri, precisei realizar tratamentos para tentar reduzir o avanço, mas não tinha nada, não tinha um óculos que pudesse me ajudar, apenas a cirurgia." 

Walkyria foi diagnosticada ainda em 2025, mas apenas um ano depois é que ela conseguiu que a cirurgia fosse marcada, para finalmente dar início ao tratamento capaz de solucionar o problema. Desde a descoberta das complicações, Walkyria nunca parou de trabalhar, mas, aos poucos, atividades antes básicas passaram a ser difíceis, como ela não esperava. 

"Eu nunca parei de trabalhar, mas eu passei a cair com muita frequência no trabalho e eu já não consigo atravessar a rua sozinha. Eu não moro com ninguém, mas tenho o apoio das minhas irmãs." 

Segundo a cabeleireira,  a sua maior preocupação é com o pós-operatório, uma vez que ela não sabe como irá fazer para pagar as contas. Devido à complicação das cirurgias que irá realizar, Walkyria não conseguirá retornar ao trabalho durante um longo período. 

"A primeira cirurgia que eu vou fazer será a da diabetes com um especialista em retina pelo SUS. Isso porque o procedimento corre o risco de piorar a retina, já que a retinopatia é uma das coisas mais fortes no glaucoma".

Walkyria afirma que, nesse momento, precisa de ajuda, porque com as atividades reduzidas no trabalho pela perda da visão, fazer uma reserva financeira para o pós-operatório foi impossível. A cabeleireira afirmou que não sabe como irá se manter e pede por ajuda.

"Eu aceito todos os tipos de doação, porque o financeiro realmente me preocupa. Eu moro sozinha e não vou ter como trabalhar. Então, qualquer ajuda financeira será muito bem-vinda".

Em caso de interesse em realizar alguma doação para Walkyria Cesar de Andrade Chaves basta trandferir qualquer quantia pela chave PIX 63.525.306 0001 81 (cnpj).