Saúde

há 1 mês

Sem poder trabalhar após amputação, trabalhador precisa ajuda para pagar aluguel em Campo Grande

Fernando Maciel amputou está há dois meses sem renda por não poder trabalhar

17/08/2026 às 07:00 | Atualizado 16/08/2026 às 17:14 Dayane Medina
Repórter Top

 Sem conseguir voltar ao trabalho há cerca de dois meses e ainda em recuperação após amputar dois dedos do pé direito, Fernando Maciel de Mattos, de 37 anos, pede ajuda para conseguir pagar o aluguel, as contas de casa e as despesas do tratamento em Campo Grande.

Diabético, Fernando sofreu uma grave infecção depois de pisar em um prego enquanto trabalhava. O caso já havia sido mostrado pelo TopMídiaNews em julho, quando ele estava internado na UPA Nova Bahia e aguardava uma vaga hospitalar com risco de amputação.

Segundo Fernando, ele permaneceu 13 dias à espera da transferência. Quando finalmente conseguiu uma vaga, a infecção já havia avançado e os médicos decidiram amputar dois dedos para tentar preservar o restante do pé.

“Quando cheguei ao hospital já não tinha mais o que fazer. O único jeito de salvar parte do meu pé era a amputação”, relembra.

Após a cirurgia, Fernando permaneceu internado por mais 19 dias e ainda segue em recuperação. Ele utiliza muletas e andador e não pode apoiar normalmente o pé no chão.

Sem condições de retornar ao trabalho, Fernando afirma que já solicitou benefício ao INSS, mas o pedido ainda está em análise.

Enquanto espera, Fernando precisa arcar com aluguel, água, energia, alimentação e os deslocamentos para consultas e curativos. Morador da região da Mata do Jacinto, ele faz acompanhamento no Hospital Universitário e afirma gastar cerca de R$ 60 a cada dia em que precisa ir até a unidade.

“Tenho que fazer curativo duas ou três vezes por semana e ainda tenho os retornos no hospital. Tenho moto, mas não posso andar porque, se colocar o pé no chão e abrir os pontos, posso ter uma nova infecção e perder o pé inteiro”, relata.

Para tentar levantar dinheiro, Fernando criou uma rifa de um Xbox que já possuía. Cada número custa R$ 10. Queim quiser ajudar de outra forma com cestas básicas ou outra ajuda financeira pode entrar em contato direto com o rapaz no WhatsApp (67) 99316-2248.

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