Política

há 26 minutos

Reinaldo Azambuja defende bancada 'corajosa' no Congresso para aprovar reformas

Candidato ao Senado participou de evento político em Campo Grande ao lado do governador Eduardo Riedel e pediu apoio para candidatos aliados

31/08/2026 às 17:45 | Atualizado 31/08/2026 às 17:41 Brenda Souza
Divulgação/Assessoria

O candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja (PL) defendeu, neste domingo (30), a eleição de uma bancada no Congresso Nacional que tenha “coragem” para aprovar reformas que, segundo ele, são necessárias para o Brasil voltar a crescer. A declaração ocorreu durante um evento político em Campo Grande.

Azambuja participou do lançamento das candidaturas do deputado estadual Antônio Vaz, que busca a reeleição, e do vereador Neto Santos, candidato a deputado federal. O governador Eduardo Riedel (PP), que disputa a reeleição, também esteve no encontro.

Durante o discurso, o candidato ao Senado afirmou que o país enfrenta dificuldades econômicas, com aumento do endividamento e dos juros e perda do poder de compra da população. “O brasileiro perdeu o poder de compra. Estamos mais endividados, os juros estão caros e o Brasil não cresce.”

Azambuja também pediu que os eleitores escolham deputados que, segundo ele, estejam dispostos a apoiar propostas de reforma no Congresso.

“Precisamos de deputados com coragem de votar as reformas que o nosso candidato a presidente, Flávio Bolsonaro, vai precisar. Precisamos de bancada forte, que tenha coragem de votar as matérias importantes para o Brasil”, afirmou.

Reformas em MS

Ao defender a necessidade de mudanças, Azambuja citou medidas adotadas durante os dois mandatos em que governou Mato Grosso do Sul.

Entre os exemplos, mencionou a redução do número de secretarias estaduais, de 18 para 11, além da reforma da Previdência estadual e de mudanças envolvendo órgãos dos Poderes.

O evento reuniu centenas de apoiadores, em sua maioria evangélicos, segundo a organização.

Críticas ao governo federal

Durante a fala, Azambuja afirmou que o Brasil estaria “andando para trás” e criticou a situação econômica do país.

“Não sou contra a pessoa do presidente, mas o Brasil está andando para trás. As famílias estão com mais dificuldade.”

O candidato ainda relacionou a eleição para o Congresso à possibilidade de aprovação das reformas defendidas pelo grupo político do qual faz parte.