há 51 minutos
Chefe da PF afastado: deputado quer Moraes e Mendonça fora; esquerda silencia em MS
Decisão polêmica veio do ministro André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro
Notícia do afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, pelo ministro do STF, André Mendonça, na manhã desta terça-feira (8), caiu como uma bomba na política nacional. Parlamentares de MS também repercutiram o caso e defenderam que outros envolvidos no escândalo do Banco Master sejam punidos.
Deputado federal Dagoberto Nogueira (PP) bradou que o afastamento do chefe da PF foi correto. Crê que outros envolvidos no caso, sobretudo o ministro Alexandre de Moraes, também deveria deixar o STF, ao menos temporariamente.
''Acho que tem que afastar todos, Alexandre também. Tá uma vergonha, tá uma bagunça isso'', desabafou Dagoberto.
Em outro trecho, o deputado federal destacou que o ministro Edson Fachin , presidente da Corte, deveria tomar decisões mais duras. No entanto, Nogueira observou que o ministro denunciante e o autor da decisão contra o diretor da PF, André Mendonça, também deveria ser afastado. Inclusive porque o nome dele já foi sugerido para entrar no ''Inquérito das Fake News''.
O vereador de Campo Grande, Rafael Tavares (PF) celebrou a decisão. Ele postou uma manchete de um jornal nacional referente ao caso com fundo musical de sirene de polícia.
O deputado federal Geraldo Resende (UB) pediu um tempo para analisar o caso e depois responderia. Antecipou que não tem medo de falar, mas que precisa se inteirar dos fatos.
O candidato ao Governo de MS, Fábio Trad (PT) destacou que só iria se manifestar após o comentário do adversário, Eduardo Riedel (PP).
O site entrou em contato com outros parlamentares, como Soraya Tronicke (PSB), Luiz Ovando e Tereza Cristina (PP), Coronel David (PL) e Vander Loubet (PT). O espaço está aberto para manifestações.