Campo Grande

há 1 hora

Mesmo após morte do suspeito, casa de jovem assassinado no Lagoa Park permanece vazia (vídeo)

Bruno Pereira Barbosa e um adolescente foram mortos a tiros no dia 28 de Agosto

13/10/2026 às 17:00 | Atualizado 13/10/2026 às 13:32 Sarai Brauna e Méri Oliveira
Repórter Top - Gabriel do Carmo

A casa onde Bruno Pereira Barbosa, de 35 anos, foi morto a tiros no bairro Lagoa Park, em Campo Grande, permanece vazia desde que a família deixou a região, pouco tempo depois do crime. Mesmo com a morte de suspeitos de envolvimento no atentado em um confronto com o Batalhão de Choque, vizinhos ainda têm medo de falar sobre o caso.

Segundo relatos de vizinhos ao TopMídiaNews, a família deixou a residência pouco tempo depois do atentado. Desde então, o imóvel permanece vazio.

Mesmo com os desdobramentos policiais, moradores ainda demonstram receio de comentar o caso. O medo de possíveis represálias faz com que evitem falar publicamente sobre o que aconteceu.

O caso

O ataque aconteceu na noite de 28 de agosto, na Rua Lagoa Bonita. Conforme as informações divulgadas na época, quatro homens armados chegaram em um veículo, aparentemente um Ford Ka branco, e efetuaram diversos disparos contra Bruno e outro homem que estava com ele na calçada, em frente à residência.

Bruno morreu no local. A segunda vítima, um adolescente, foi socorrida em estado grave e levada para a Santa Casa de Campo Grande, mas morreu no dia seguinte, em 29 de agosto.

No local do crime, foram encontrados indícios de disparos de pistola calibre 9 milímetros e de espingarda calibre 12. A violência do ataque chamou a atenção na região.

Suspeitos morreram em confronto

Poucos dias depois do duplo homicídio, suspeitos de envolvimento no crime morreram durante um confronto com o Batalhão de Choque da Polícia Militar. A ocorrência teve desdobramentos na investigação, mas os detalhes sobre a participação dos suspeitos e as circunstâncias do confronto precisam ser contextualizados com base nas informações oficiais da época.

Na ocasião do atentado, Bruno havia deixado recentemente o sistema prisional e usava tornozeleira eletrônica. Vizinhos ouvidos pela reportagem na época relataram que ele era conhecido na região por suposto envolvimento com o tráfico de drogas.