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há 1 hora

Após questionar ato de esquerda, Salineiro faz manifestação contra Lula na UFMS (vídeo)

Gravação mostra vereador e deputado estadual eleito provocando sobre presença de petistas na universidade, junto com o vereador Rafael Tavares (PL); episódio ocorre em meio a denúncias sobre manifestações políticas em instituições de ensino

22/10/2026 às 16:53 | Atualizado 22/10/2026 às 13:50 Brenda Souza
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O vereador de Campo Grande e deputado estadual eleito André Salineiro (PL), junto com o vereador Rafael Tavares (PL), fizeram uma manifestação em frente a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, em que questiona a presença de apoiadores do PT na instituição e participa de gritos contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na gravação, Tavares pergunta a Salineiro se ele sabia que, segundo a provocação, “na Federal só tem petista”. Em seguida, o parlamentar questiona: “Será? Será que só tem petista aqui?”. Na sequência, um grupo entoa repetidamente a frase “Lula ladrão, seu lugar é na prisão”.

O vídeo circula em meio à polêmica sobre manifestações políticas em universidades de Mato Grosso do Sul, às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.

Questionamentos sobre atos nas universidades

Nos últimos dias, Salineiro questionou uma manifestação de apoio à esquerda realizada na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em Campo Grande. Em outra gravação, ele criticou a presença de cartazes e faixas com mensagens políticas nas dependências da instituição e levantou dúvidas sobre o uso de espaço público para atividades partidárias.

Na quarta-feira (21), a futura vereadora Cassy Monteiro (PL) também anunciou que encaminhou uma representação ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para pedir a apuração de possíveis irregularidades em manifestações políticas na UFMS e na UEMS.

O documento reúne questionamentos sobre a utilização de estruturas públicas, a participação de parlamentares e possíveis constrangimentos a estudantes por causa de posicionamentos políticos. As alegações ainda dependem de apuração, e não há confirmação de irregularidades pelo Ministério Público.

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