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Suspeito aponta arma para PM, acaba baleado e ainda ameaça policial de morte no Zé Pereira
Homem estava com revólver, munições e drogas quando tentou fugir de abordagem policial
Um homem de 36 anos foi baleado durante uma perseguição policial no bairro Zé Pereira, em Campo Grande. Segundo a Polícia Militar, o suspeito apontou um revólver contra a equipe durante a fuga e, após ser socorrido, ainda teria ameaçado de morte um dos policiais.
De acordo com o boletim de ocorrência, a PM recebeu uma denúncia pelo Disque-Denúncia 181 de que um homem estaria comercializando drogas no bairro e realizando entregas em um Hyundai HB20 branco.
Durante as buscas, os policiais localizaram o veículo e deram ordem de parada, mas o motorista desobedeceu e fugiu por diversas ruas, colocando em risco pedestres e outros condutores.
Ainda conforme o registro policial, durante o acompanhamento, o suspeito sacou um revólver calibre .32 e apontou na direção da equipe. Diante da ameaça, um policial efetuou disparos contra o homem.
Mesmo após os tiros, o motorista tentou continuar a fuga, mas acabou abordado. Ao perceberem que ele estava ferido, os policiais acionaram o socorro.
O suspeito foi encaminhado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Santa Mônica, onde os profissionais de saúde constataram um ferimento provocado por disparo de arma de fogo, com entrada e saída, na região lateral esquerda do abdômen.
Durante a perícia no veículo, foram apreendidos um revólver calibre .32, seis munições, uma balança de precisão, substâncias semelhantes a maconha, cocaína e pasta base, além de R$ 120 em dinheiro. A arma utilizada pelo policial também foi recolhida para análise pericial.
O veículo foi encaminhado à Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), enquanto o suspeito permaneceu sob custódia policial e teve a transferência para a Santa Casa.
Ameaça de morte
Ainda conforme o boletim de ocorrência, durante o atendimento na unidade de saúde, o homem teria ameaçado um dos policiais envolvidos na abordagem, afirmando que o encontraria e o mataria.
O caso foi apresentado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac-Cepol), que ficará responsável pelas providências legais cabíveis.