Reinaldo Azambuja (PSDB), candidato ao governo do estado de Mato Grosso do Sul foi votar por volta das 10h, na Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, em Campo Grande (MS). Acompanhado da esposa, filhos e neto, o candidato aproveitou para falar que está confiante em sua vitória e revelou o que pensa sobre os boatos a respeito do doleiro Alberto Youssef.
“Fizemos nossa parte, a campanha chegou a todos os lugares, defendemos a mudança mantendo um canal de diálogo direto com a população. Estou confiante, a militância nas ruas me demonstra isso. Sempre acreditei no povo, a política da verdade vai prevalecer nas urnas e não a dos institutos”, destacou Azambuja ao contar que aguardará o resultado final com a família, em casa.

Em meio às declarações foi necessário questioná-lo a respeito dos boatos que estão "rolando" nas redes sociais e na mídia, desde ontem (25), quando foi divulgado que o doleiro Alberto Youssef passou mal no início da tarde, e estaria internado no hospital Santa Cruz, em Curitiba. “Essa internação de Youssef, depois de graves denúncias contra a Dilma e Lula é, no mínimo, suspeita”, declarou o candidato impressionado com os boatos de que o doleiro teria sido envenenado.
A temática sobre o estado de saúde de Youssef toma conta da população neste domingo de eleição, inclusive, já está se propagando nas redes sociais e no WhatsApp uma notícia que “O doleiro Alberto Youssef acaba de falecer”. No entanto, de acordo com a Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná, Youssef não morreu, ele continua internado e vai passar por exames. Não há previsão para que o doleiro volte à carceragem.

O doleiro Alberto Youssef: pivô do megaesquema que desviou 10 bilhões de reais (BG PRESS/VEJA)
“Envenenaram o doleiro, soube por intermédio de terceiros. Se isso realmente aconteceu, com certeza, é queima de arquivo”, destacou surpreso o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, de Ciência e Tecnologia e do Agronegócio (Sedesc), Edil Albuquerque, enquanto aguardava a chegada de Azambuja para cumprimentá-lo, antes do candidato ao governo votar.
A Polícia Federal informou que o doleiro teve uma indisposição, a partir das 13h, e foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que o levou até o hospital, devidamente escoltado. O Réu da Operação Lava jato está preso desde março na carceragem da PF, na capital paranaense.
O resumo do dia é que enquanto as informações contraditórias "circulam" levantando suposições até de “jogadas políticas”, a população está ansiosa com os resultados das urnas.




