O candidato da coligação Mato Grosso do Sul com a Força de Todos, Delcídio do Amaral, diz que vai transformar as unidades da Rede Estadual de Ensino em escolas de tempo e educação integral, como forma de melhorar a formação dos alunos e reduzir a evasão escolar.
“Isso é prioridade no meu governo”, garante Delcídio. “Nas escolas de tempo e educação integral o aluno entra sete da manhã e sai as quatro da tarde. Nesse período, juntamente com as aulas regulares, ele tem reforço escolar, desenvolve habilidades artísticas e pratica esportes, além de receber pelo menos quatro refeições por dia: café da manhã, lanche, almoço e a última refeição antes de ir para casa, o que facilita o aprendizado, melhora o aproveitamento escolar , alivia o orçamento familiar e traz mais tranquilidade para os pais, que têm a certeza de que os filhos estão bem cuidados, protegidos e longe da violência das ruas”, argumenta o candidato.
De acordo com Delcídio, além de adotar o modelo de tempo e educação integral na rede própria, o governo do estado será parceiro das prefeituras para que elas façam o mesmo nas escolas do município, beneficiando , assim, crianças e adolescentes de todas as faixas etárias, desde a pré-escola, nos CEINFs, até a conclusão do ensino médio.
“Já temos experiências exitosas em Mato Grosso do Sul como as desenvolvidas, por exemplo, pela prefeitura da cidade onde a tive a honra de nascer, Corumbá. Lá, quatro escolas – três na área urbana e uma na zona rural – adotam desde 2011 esse modelo , com muito sucesso, beneficiando mais de 2.000 alunos”, exemplificou.
Em relação aos recursos necessários para adotar a educação integral em toda a rede pública, Delcídio aponta as fontes.
“Além de recursos próprios do estado, o Plano Nacional de Educação, que aprovamos este ano no Congresso Nacional e já foi sancionado pela presidente Dilma Roussef, determina que o governo federal amplie consideravelmente os investimentos. Para se ter uma idéia, hoje o governo aplica o equivalente a 4,7 % do PIB (Produto Interno Bruto) em educação. Até 2017 esse percentual passará obrigatoriamente para 7,2 % e em 2022 chegará a 10 %. Ou seja, em oito anos, vamos mais do que dobrar o investimento em educação para que Mato Grosso do Sul e o Brasil melhorem a qualidade de vida e possam dar o grande salto de desenvolvimento que toda a população espera”, garante.




