Em matéria publicada no jornal O Tempo de Belo Horizonte (MG), o conselheiro Sylo Costa, do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG), desmente as acusações da candidata Dilma Rousseff (PT), de que ele teria dito, na qualidade de relator das contas do então governador, referentes ao exercício fiscal de 2004, que “vacina para cavalo foi contabilizada como despesa de saúde”.
Segundo explica o conselheiro, compete ao tribunal “apreciar as contas prestadas anualmente pelo governador do Estado e sobre elas emitir parecer prévio, em 60 dias, contados de seu recebimento”, e que o parecer é enviado à Assembleia Legislativa que irá, ela sim, julgar as contas.
Neste caso específico, que ganhou proporções em função da campanha eleitoral, explica que, orientado por sua assessoria, mandou retirar da conta da Secretaria de Saúde uma fatura de compra de vacinas sem especificação e lançá-la na conta da Secretaria de Agricultura, erro que não afetaria o cumprimento do índice a ser empregado obrigatoriamente em saúde, por preceito constitucional.
Ainda segundo a matéria, o conselheiro recebeu posteriormente, da Secretaria de Agricultura a informação de que a compra das vacinas era mesmo para a Saúde, já que se tratava de vacinas contra aftosa para experimentos da Fundação Ezequiel Dias.
“Foi esse pequeno erro material que Dona Dilma citou como se fosse um assunto tão grave como os assaltos do seu governo na Petrobras”, enfatiza o conselheiro Sylo.




