O Centro de Terapia Intensiva da Santa Casa, um dos hospitais referência em atendimentos de alta complexidade de Mato Grosso do Sul, está completando 40 anos de funcionamento. Em comemoração, a Associação Beneficente de Campo Grande irá promover na noite de hoje (16), às 19h no auditório Carroceiro Zé Bonito, uma solenidade para homenagear as personalidades que fizeram parte da trajetória do CTI da Santa Casa. Entrevistamos o coordenador do CTI, o cardiologista Daniel Juan Saves, que revelou que atualmente na fila para uma vaga, 11 pacientes aguardavam um dos leitos vagar para uma internação. O hospital possui 92 leitos de UTI incluindo CTI geral I, II, III e VII, pediátrico, cirurgia cardíaca pediátrica, cirurgia cardíaca adulta, neonatal e unidade coronariana. Confira a entrevista na íntegra:
Top Mídia News - Dr. Qual a importância para a comunidade campo-grandense a data onde se comemora 40 anos de criação do UTI do Hospital Santa Casa?
A data não é só uma comemoração de aniversário da UT ,mas uma comemoração de sucesso de um investimento ideológico de um centro que a princípio era uma coisa pequena e hoje é um dos lugares de maior importância, complexidade, se não o mais dentro desse hospital, pela alta complexidade dos tratamentos que são revisados dos pacientes graves de Campo Grande e que inclusive atinge também os nossos pacientes do Estado como um todo.

Top Mídia News - O hospital acabou se tornando referência para a região Centro Oeste. O que se deve a isso?
Perfeitamente. Nós temos aqui na Capital a possibilidade de termos vários profissionais, várias universidades formando médicos, temos residências e acaba sendo por ser um hospital de alta complexidade o centro de terapia intensiva não fugiu dessa evolução da Santa Casa que era pequena e agora temos 92 leitos, incluindo CTI geral I, II, III e VII, pediátrico, cirurgia cardíaca pediátrica, cirurgia cardíaca adulta, neonatal e unidade coronariana.
Top Mídia News - Dr. O que podemos destacar nesses 40 anos de CTI?
A evolução principalmente da Santa Casa acompanhado do CTI nosso, acompanhando a evolução da unidade de terapia intensiva internacional. Começou em São Paulo na década de 70, 68, 69 e nos EUA e em Campo Grande 1974 o que põe em evidência o pioneirismo dos nossos colegas que inauguraram essa UTI que hoje nos tratamos.

Top Mídia News - Dr. atualmente em que pé está a situação do CTI da Santa Casa?
Hoje temos uma satisfação muito grande porque estamos trabalhando de uma forma tranquila, mas sempre está faltando alguma coisinha, mas vamos comparar com anos atrás, hoje a terapêutica ela é alcançada através do acompanhamento da reciclagem de aparelhos não só da reciclagem científica e isso aí nos temos tido uma resposta muito boa da administração. Estamos com aparelhos novos, renovados, não temos falta de medicação em que outras épocas existia. E o CTI hoje é considerado um centro de referência justamente por todo esse tipo de avanço da evolução que são necessários.
Top Mídia News - Existe por parte da administração dos próprios médicos, um cuidado especial para que o CTI sempre esteja em pleno atendimento à sociedade?
Os contatos que nos temos com a administração do hospital sempre houve essa sensibilidade. Somos humanos e amanhã, esperamos que não, mas nós poderemos ser clientes que venha necessitar do CTI. Quem não quer bem o funcionamento pleno de um CTI que amanhã pode ser utilizado com excelentes condições por qualquer pessoa.





