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02/01/2015 08:15

Pressionado por denúncias, hospital quer construir cozinha própria e se livrar de terceirizadas

Denúncia

A empresa Primus, que fornece alimentação para o Hospital da Vida, em Dourados, vem sendo alvo de várias denúncias a respeito das marmitas que andam fornecendo. As supostas irregularidades são feitas desde o veículo que Primos utiliza para entregar as marmitas até ao sabor da comida, que segundo funcionários não tem condições de serem servidas.

O Top Mídia News mostrou uma série de denúncias que envolvem o hospital, entre elas o transporte que a empresa entrega o alimento no hospital. O carro que transporta o almoço e o jantar não corresponde com as normas de higiene que a Vigilância Sanitária determina.

Uma outra matéria divulgada  mostra dúvidas no contrato que envolve a Primos e a Fundação de Saúde (Funsau) Um deles é a relação entre o "tamanho" da fornecedora, e o serviço realizado. Conforme apurado pela reportagem, a empresa tem um capital de R$ 30 mil, e fechou contrato que gira em torno de R$ 750 mil com a fundação.

De acordo com o Diretor Geral da Funsau (Fundação de Serviços de Saúde) e responsável pelo contrato com a Primus, Fábio José Judacewski, o contrato feito com a atual empresa foi de emergência e não foi feito uma licitação porque com um prazo de no máximo três meses, o hospital pretende ter uma própria cozinha, sem precisar terceirizar o serviço.

"Em relação ao contrato, fizemos um de emergência com a antiga empresa e fizemos outro com a nova. Não abrimos uma licitação porque não pretendemos utilizar serviço de alimento terceirizado por muito tempo, queremos abrir uma cozinha para o próprio hospital em três meses", disse

Quando questionado se as obras da cozinha já haviam começado, pelo fato do prazo do contrato ser curto, Fábio explica que a ela já foi ampliada. "Aumentamos a cozinha, compramos equipamentos, geladeira, fogão, panelas. Mas fazer uma cozinha de acordo com o que a vigilância pede, não é algo tão simples, nossa ideia sempre foi fazer a comida do hospital, aqui no hospital", explica.

"Em três meses queremos estar com tudo pronto, de preferência antes, mas precisamos adequar tudo direitinho, precisamos contratar através de processo seletivo precisamos contratar cozinheira, auxiliar de cozinha, copeiras. Temos que deixar tudo estruturado para vigilância vir aqui e dizer que está tudo ok", disse.

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