O governador André Puccinelli (PMDB) foi votar logo pela manhã na Escola Lúcia Martins Coelho acompanhado do candidato ao governo Nelsinho Trad, da candidata ao senado federal Simone Tebet, do candidato a deputado federal, Carlos Marun e da candidata a deputada estadual Antonieta Amorim. Como de costume, em toda eleição um grupo político de amigos acompanha Puccinelli até a seção de votação.
Na chegada André falou rapidamente com a imprensa e soltou uma pérola “Foi a campanha ‘mais chocha’ que eu já vi na minha vida. A democracia foi exercida e estou confiante para o futuro do Estado com Simone ao senado, Nelsinho para o governo junto com os candidatos peemedebistas que a bancada fará, Marun e Carla Stephanini”, disse o governador. André acredita que a bancada fará sete deputados estaduais. “Estamos confiantes, creio que faremos sete candidatos para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul”.
O candidato ao governo Nelsinho está confiante e espera ir para o segundo turno. “Estou muito otimista, vamos para o segundo turno. Estou feliz com a campanha, entrei limpo e estou saindo mais limpo ainda. A população não vai se esquecer das mais de mil obras que fiz quando fui prefeito. Vamos mostrar que as pesquisas estão erradas. Essa foi uma campanha diferente que vai dar muitas surpresas”, finalizou o candidato.

Nelsinho Trad (PMDB) foi votar acompanhado de sua esposa Keilla Trad
Já a candidata ao senado federal Simone Tebet disse que foi uma disputa diferente das outras eleições. “Já fizemos campanhas mais acirradas, não deu nem para cansar eu aguentaria mais 15 a 20 dias de campanha. Foram campanhas limpas e muito transparentes, a decisão está nas mãos do povo. O resultado das urnas tem que ser respeitado porque a voz da maioria tem que prevalecer” disse Simone.
Simone criticou alguns pontos baixos durante os últimos três meses. “O ponto baixo da campanha foram os denuncismos exagerados, sem provas e isso prejudica a democracia. Os debates mostraram isso, um acusando o outro e as propostas ficaram em segundo plano. Na minha opinião, algumas coisas devem mudar na lei eleitoral, uma delas é restringir ainda mais os financiamentos de campanha e alguns outros pontos podem ser flexibilizados”, finalizou.





