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segunda, 26 de outubro de 2020
Oportunidades

Funsat capacitará mão de obra para o área rural

Emprego

17 fevereiro 2014 - 11h05Por SRCG

O Sindicato Rural de Campo Grande (SRCG) reuniu-se com representantes da Delegacia Regional do Trabalho e da Fundação Social do Trabalho de Campo Grande (Funsat) para discutir o problema de falta de mão de obra enfrentado pelos produtores rurais em todo o estado.

Aldo Donizete, diretor-presidente da Funsat, foi recebido pelo presidente do SRCG, Oscar Sturhk, e por demais membros da diretoria na sede da entidade. No encontro ele discorreu sobre a falta de mão de obra especializada para o meio rural e se colocou a disposição para tentar solucionar o problema de maneira conjunta com o sindicato. “Não é a nossa vocação atender o meio rural, mas vamos ver quais são as demandas dos produtores e treinar trabalhadores que estejam interessados em trabalhar nessa área”, explicou Aldo Donizete.

Segundo Oscar, o encontro foi positivo. “Hoje necessitamos de campeiros, tratoristas, cozinheiras, enfim, de uma série de profissionais que não estão disponíveis no mercado. Essa parceria com a Funsat tende a ampliar a oferta de mão de obra”, argumentou.

No encontro mantido com o superintendente regional do trabalho, Anizio Pereira Tiago e com o coordenador do grupo de trabalho da DRT, Wallace Faria Pachedo, estes dirigentes explicaram que entendem que a falta de mão de obra tem entre seus fatores o grande número dos trabalhadores que recebem o seguro-desemprego. “Muitos deles pedem demissão, mas por camaradagem seus empregadores fazem um acordo verbal e anotam na carteira de trabalho a demissão sem justa causa, para que o ex-empregado possa fazer jus ao seguro-desemprego”, explicaram.

Isso acaba tirando os profissionais no mercado de trabalho, pois estes optam pelo trabalho informal, sem que a carteira seja assinada, para que possam aumentar a renda.

“Não apenas os produtores rurais, mas qualquer empregador, não deve fazer esse tipo de acordo. Se o empregado quer deixar o emprego, que peça demissão. Esses acordos, além de ilegais, contribuem para que o setor produtivo atravanque por conta da falta de mão de obra”, argumentou Oscar Sturhk.

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