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Polícia

18/06/2015 11:27

Além de caminhonetes, assaltantes agora miram em carros antigos na Capital

A Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos) está no encalço de criminosos que têm agido na Capital, e que mostram novas 'preferências' da criminalidade. Segundo o delegado Alberto Vieira Rossi, os últimos registros que estão sendo investigados são de roubos de veículos antigos, como Gol e Parati dos anos 1986 a 1990, ambos da VW, e Fiat Uno dos anos 2000 até 2003. Os roubos e furtos geralmente são motivados para ser feito o desmanche dos veículos, trocando as peças por drogas.

A desatenção é a principal falha dos donos de veículos. “O motorista encosta o carro em um local e começa a conversar no celular. O ladrão percebe que está sozinho e com a atenção voltada para quem está do outro lado da linha. O que está sendo comum também é o assaltante ficar cuidando o veículo que fica parado o dia todo no mesmo lugar. O furto é feito com chave falsa”, explica o delegado.

Joaci dos Santos Bezerra teve o veículo Fiat Uno furtado no dia 17 de maio deste ano. Ele estacionou o carro na rua 26 de Agosto, esquina com a Avenida Calógeras e foi ao teatro com a família e quando retornou não achou o veículo.  

“Era um veículo simples e antigo que uso há muitos anos. Utilizada para trabalhar e passear com a família. Ele não tinha atrativo nenhum para ser visado pelos bandidos. Só tive prejuízo. Os meus documentos, exames, celular estavam no porta luva e foram levados”, lamentou Joaci. Quem souber do paradeiro do veículo Fiat Uno ano 2000, de quatro portas da cor prata pode ligar no telefone 9287-2735.

Os roubos e furtos de carros mais antigos alimentam o comércio ilegal de peças mais baratas. Esses veículos são visados justamente por terem mais 'mercado' em Campo Grande. 

Mais caros

O delegado Rossi  ainda explica que o objetivo dos ladrões é também roubar camionetes para vender na fronteira, principalmente no Paraguai. Foi o que ocorreu com o Nivaldo Soares, 41 anos. No dia 27 de Maio deste ano ele estacionou o veículo S 10 Adventure do ano 2010 na frente da empresa em que trabalha, na região central da Capital, e quando voltou no final  do expediente não encontrou. Ele registrou o boletim de ocorrências, colocou um anuncio na rede social e ofereceu uma recompensa de até R$ 5 mil para quem encontrá-lo.

Após três dias ele recebeu a ligação da Polícia Nacional do Paraguai. “Achei que era trote pelo fato de ter colocado na rede social com o meu numero. Disseram que era polícia do Paraguai e soube que o meu carro foi parar longe. Tive que ir buscar e tive a sorte estava intacto. Somente o som do veículo que estava faltando”.

O delegado Rossi ressalta que para evitar ser um alvo para os assaltantes é preciso estar em alerta.  

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