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Polícia

Pedintes desafiam motoristas e partem para agressão no centro da Capital

Alguns chegam a ficar agressivos, dizem palavras de baixo calão e até partem para agressões; mulheres são principais alvos

19 outubro 2018 - 07h00Por Anna Gomes

Várias mulheres estão relatando os transtornos que estão sofrendo quando passam pelo cruzamento das Avenidas Afonso Pena com a Ernesto Geisel, no Centro de Campo Grande. As vítimas dizem que moradores de rua xingam, agridem e alguns relatos destacam que eles até destroem carros.

Um exemplo foi uma mulher que teve seu veículo destruído por um morador de rua em agosto deste ano. Conforme os relatos da vítima, que usou as redes sociais para denunciar o caso, o homem, sem motivos, teria atacado o carro da mulher com vários socos, fato que amassou todo o automóvel.

A denunciante diz que chamou a polícia e os agentes relataram que o homem já seria um ‘velho conhecido’, sendo que não era a primeira vez que agia desta forma.

Para a vítima, os policiais ressaltaram que o suspeito é usuário de drogas e que teria problemas psiquiátricos. Ou seja, mesmo que fosse levado preso, ele ficaria apenas algumas horas na delegacia e voltaria para as ruas.

Há cerca de um ano, o TopMídiaNews vem mostrando outras denúncias de agressões cometidas por usuários de drogas que pedem esmolas nos semáforos da Capital. Eles ficam nos sinais e, quando motoristas não cooperam com algum dinheiro, alguns chegam a ficar agressivos, dizem palavras de baixo calão e até partem para agressões.

Em setembro deste ano, outra mulher disse que estava parada em um sinal com os vidros baixos, um morador de rua se aproximou e, sem dizer nada, desferiu um soco contra o rosto da vítima que chegou a sangrar.

Há aproximadamente três meses, outra vítima no mesmo cruzamento também denunciou que estava em seu carro e um homem também se aproximou tentando encostar as mãos no rosto da mulher. “Por sorte, os vidros do carro não estavam totalmente baixos, consegui rapidamente acelerar o carro e fugir. Lembro que ele ainda me disse que era estuprador e fiquei com muito medo”, lembrou.