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Polícia

Após ônibus queimados, polícia se prepara para novos ataques em Campo Grande

14 abril 2016 - 11h27Por Anna Gomes

Após os incêndios criminosos que aconteceram na noite desta quarta-feira (13), em Campo Grande, a Polícia Militar diz que não pode confirmar se novos ataques vão acontecer novamente. Devido a isso, um trabalho preventivo já está acontecendo com a intenção de proteger a população. Leia aqui.

Na manhã de hoje, o subcomandante-geral da Polícia Militar, coronel Francisco Assis Ovelar, e o comandante do Batalhão de Choque, coronel Marcos Paulo Gimenez confirmaram que a ação criminosa teve o comando de pessoas que estavam dentro do Presídio de Segurança Máxima. Os internos teriam se revoltado após uma ação da polícia dentro na penitenciária e cerca de seis cidades teriam começado uma rebelião, mas segundo a PM, tudo foi controlado.

Após o motim nas cadeias, um grupo de seis pessoas e mais uma pessoa que ainda está foragida, atearam fogo em dois ônibus coletivos e apedrejaram um particular. Os criminosos chegaram a jogar gasolina no corpo de  um dos motoristas dos veículos, o mesmo não parou e teve o ônibus atacado por pedras.

Os presos foram identificados como Jean Pierre, 38, Jeferson Ricardo, 20, Adryan Pierre, 18 e mais três adolescentes de 14,15 e 16 anos. Eles confirmam que a ordem dos incêndios saiu da Penitenciária Máxima. Os policiais já sabem quem é o líder e ainda está a procura de mais uma pessoa que supostamente estaria envolvida no crime.

Com receio de novos ataques, a polícia promete um trabalho preventivo, principalmente nas manifestações do Impeachment da presidenta Dilma Rousseff que acontece no próximo domingo (17), na Capital.