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Polícia

há 10 anos

Aquartelamento: PM e Bombeiros podem parar já na próxima semana

Sem aumento

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) negou qualquer reajuste a cabos e soldados da Polícia e Bombeiros Militar e as categorias podem se aquartelar a partir da próxima semana. De acordo a ACS, associação que representa as classes, todas as possibilidades de negociação estão esgotadas, e diante da falta de diálogo com o Governo do Estado, o aquartelamento pode ser a única saída.

Em um aquartemanento, o efetivo vai trabalhar, mas não sai dos quartéis, ou seja, deixa de atender as ocorrências na rua em forma de protesto. É considerada uma atitude só tomada em momentos de crise institucional.

Este não é o primeiro impasse de Azambuja com servidores. Na quinta-feira (14), depois de muita pressão de professores, o governo voltou atrás em projeto que alterava eleições para diretores em escolas da rede estadual de educação. Porém, uma greve do magistério será votada também na próxima semana.

A decisão dos cabos e soldados da PM e Bombeiros será tomada em assembleia geral agendada para a próxima sexta-feira (22). De acordo com Edmar Soares, presidente da ACS (Associação de Cabos e Soldados da Polícia e Bombeiros Militar), um parecer da Procuradoria Geral do Estado  foi determinante para a negativa do governador. “Eles consideram que a correção de reajuste não dados em 2013 e 2014 compreendem ao reajuste de 2015. Isso é um absurdo completo. Não consta nada sobre 2015, não vamos aceitar isso”, disse.

Ainda de acordo com o presidente, a categoria sequer foi recebida pelo governador e a negativa foi dada antes de qualquer negociação. “Nós nunca tivemos esse tratamento. Nós, e nem qualquer outra categoria, fomos recebidos pelo governador. Isso demonstra um descaso com os servidores que compõem o Estado. Nós somos os Estado”, criticou.

Os servidores exigem reajuste entre 15 a 25%, mas aceitam negociar a porcentagem. “O fato dele vetar qualquer reajuste é que nos surpreendeu, mas vamos tentar negociar essa situação e fazer de tudo para que a população não seja prejudicada”, lamentou.

O salário base da categoria é R$ 3.050, enquanto isso, funcionários comissionados recebem cerca de 8 mil reais, denuncia Edmar. “É só ver como as coisas funcionam na Secretaria de Cultura, por exemplo, tem funcionário comissionado lá que ganha R$ 8 mil para não fazer nada. Quero ver se eles se arriscariam na rua, correndo risco de morte”. 

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