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Polícia

03/05/2015 08:11

'Bandido que reage morre mesmo', diz secretário sobre ações policiais

Desde o inicio do ano pelo menos dez pessoas foram mortas em confronto com a polícia no Mato Grosso do Sul. No último dia 25 de abril, um adolescente de 17 anos foi baleado pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar durante um assalto na Capital. De acordo com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Sílvio César Maluf, todas as ações foram legitimas e não podem ser confundidas com execuções.

“Em todas as ações eram mais de uma pessoa. Geralmente um reage e outro tenta fugir. O policial não pode pensar em não atirar. O bandido que reage morre mesmo”, disse o secretário que negou despreparo das policias.

Apenas no dia 16 de abril, dois homens foram mortos em ações policiais em menos de 10 horas em Campo Grande. Gabriel Carlos Albuquerque Santana, 20 anos, foi atingido por dois disparos e morreu na hora, no bairro Vila Nova Capital, região das Moreninhas. Já Rodrigo Castilho Neves, 30, foi atingido durante assalto a um posto de combustível na avenida Salgado Filho.

De acordo com a Polícia Militar, nos dois casos, as vitimas possuíam inúmeras passagens pela polícia desde muito jovens. Os dois homens teriam, de acordo com a versão da PM, reagido às abordagens.

No dia 3 de março, o policial Edevaldo Aleixo Marques Fontes, 38 anos, matou dentro do pronto-socorro de Corumbá, Jonilson Silva da Cruz, 33 anos, acusado de matar seu amigo e também policial, João Márcio Leite da Cruz, 34 anos.

Para o secretário, os casos não podem ser confundidos com execuções, já que em todos houve reação, de acordo com o secretário, por parte do suposto criminoso.  A frente da pasta há pouco mais de quatro meses, Maluf, atribui o crescimento das mortes com o aumento no número de roubos e furtos em todo Estado.

De acordo com dados da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) de janeiro a abril de 2014 foram registrados 1499 roubos contra 2016 ocorridos até o dia 25 de abril. A troca por drogas seria a principal motivação desse tipo de crime o que levou o estado a endurecer a política de repressão ao narcotráfico segundo Maluf.

Com a mudança de gestão, todas as delegacias passaram a atuar na repressão às pequenas bocas de fumo. Com isso, a Denar (Delegacia de Repressão ao Narcotráfico) foca seus trabalhos no combate aos grandes traficantes. 

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